Leses

  • Lesões focais (principalmente nas asas) aparecem como hemorragias cutâneas equimóticas.
  • As lesões tornam-se azuis e podem romper, liberando exudato sorosangüíneo propenso a infecções bacterianas secundárias, resultando em dermatite gangrenosa. Isto pode ser especialmente notório na extremidade das asas, daí o termo “Doença da Asa Azul” usado para descrever esta condição. As extremidades das asas podem parecer hemorrágicas e necróticas.
  • A mortalidade é máxima em 5-6 dias após o surgimento dos sinais clínicos, declinando para normal em 5-6 dias mais tarde.
  • Atrofia do timo, com os lobos parecendo pequenos e acinzentados. Quando observada de perto, a parte medular dos lobos predomina sobre a parte cortical.
  • Atrofia da medula óssea. Quando observada de perto, a mesma tem aparência pálida.

Histologia

Medula óssea

Na medula óssea, é observada uma diminuição no número de células hematopoiéticas em 4 a 6 dias pós-infecção. Segue-se o surgimento de blastócitos grandes. O tecido hematopoiético é reposto por tecido adiposo; isto confere à medula óssea uma aparência pálida.

Outros órgãos

É observada depleção de linfócitos do timo, baço, bursa de Fabricius e tonsilas cecais, seguido por hiperplasia de células reticulares. As alterações no timo aparecem em 4 dias pós-infecção, com os linfócitos corticais desaparecendo e sendo repostos por células reticulares. Os linfócitos medulares também são reduzidos. A recuperação se inicia em 20 dias pós-infecção em aves convalescentes. As alterações encontradas nos diferentes órgãos sugerem que o CAV se multiplica nos linfócitos.

 

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